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Sobre mim

Médica especialista em cirurgia ginecológica minimamente invasiva. Realiza Laparoscopia e Histeroscopia para tratamento de afecções como: endometriose, miomas, cistos de ovário, infertilidade e pólipos.

Membro de uma equipe multidisciplinar especializada, oferece tratamento clínico e cirúrgico de excelência para mulheres nas diversas fases da vida: adolescência, juventude, vida adulta, climatério e menopausa.

Para isso, faz anticoncepção individualizada, inserção de DIU Hormonal e implante anticoncepcional, laser para rejuvenescimento genital, terapia hormonal no climatério e menopausa.

Está em constante atualização para oferecer o que há de mais atual para as mulheres em questão de saúde e bem- estar.

  • Graduação em Medicina – Universidade Federal do Paraná – UFPR (2012)
  • Pós-graduação em Medicina de Família e Comunidade – Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS (2013)
  • Residência médica em Ginecologia e Obstetrícia – Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP (2016)
  • Título de especialista em Ginecologia e Obstetrícia – Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (2017)
  • Especialização em Endoscopia Ginecológica e Endometriose – Centro de Referência da Saúde da Mulher – Hospital Pérola Byington (2017)
  • Título de especialista em Endoscopia Ginecológica – Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (2018)
  • Estágio em Endocrinologia Ginecológica – Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP (2018)
  • Aperfeiçoamento em Sexualidade Humana – Universidade de São Paulo – USP (2018)

Equipe de apoio

Cláudio Severino Jr.

Médico Ginecologista

Rodrigo Pinto Fernandes

Médico Ginecologista

Stenio Deslandes

Médico Ginecologista

Rodolpho Truffa Kleine

Médico Ginecologista

Mariana Fava

Médica Ginecologista e Obstetra

Rafael Pena

Médico Anestesista

Tiago Ijichi

Médico Cirurgião do Aparelho Digestivo

Amanda Guimarães

Instrumentadora

Dúvidas frequentes

  • Dói muito colocar o DIU Hormonal?

    Dor é um sintoma muito relativo, cada pessoa tem suas características individuais que lhe conferem sentir mais ou menos dor. Quando a dor está relacionada a algum procedimento médico, essas questões individuais interferem ainda mais. O objetivo do DIU Hormonal é ser inserido ambulatorialmente, ou seja, no consultório médico, sem uso de analgésicos/anestésicos/sedação. Portanto, não é “errado” colocá-lo nessas condições.

    Contudo, existem medidas que podem ser adotadas para aliviar tal desconforto. Podemos utilizar comprimidos analgésicos antes da inserção, realizar anestesia local do colo do útero ou ainda realizar o procedimento sob sedação. Essa última opção, a que gera menos incomodo de todas, obrigatoriamente é realizada em ambiente hospitalar (Centro Cirúrgico), uma vez que exige cuidados anestésicos e monitorização para garantir a segurança da paciente.

  • Pílula anticoncepcional: é obrigatório fazer a pausa?

    No caso das pílulas convencionais (estrogênio+progesterona), fazer pausa de 4 ou 7 dias não é obrigatório! Quando a mulher utilizar métodos combinados (pílulas convencionais, anel vaginal ou adesivo), o sangramento “menstrual” não tem significado e portanto não é necessário. Ele é apenas um sangramento de privação, ou seja, só há sangramento por parada dos hormônios. Caso você não faça a pausa do método, o que ocorre é o não desenvolvimento do tecido da menstruação.

  • Qual a relação entre dor de cabeça e anticoncepcional?

    Na maioria das vezes, a dor de cabeça está relacionada ao estrogênio contido nas pílula, adesivo, anel ou injetável mensal. Esse hormônio feminino pode provocar dores de cabeça devido à sua variação no sangue (durante o uso, na parada da cartela ou no período menstrual). Caso a usuária tenha uma sensibilidade ao estrogênio que provoque tais sintomas, podemos optar por métodos não hormonais, métodos de liberação continua ou simplesmente métodos sem estrogênio.

    O corpo da mulher é tão sensível ao estrogênio que em fases de oscilação naturais (como a gestação, o puerpério ou a menopausa) pode haver sintomas como a dor de cabeça. Porém, caso esse sinal seja muito frequente, é necessário procurar orientação médica para a troca do método contraceptivo.

  • É seguro fazer reposição hormonal na menopausa?

    Sim, a terapia hormonal segue algumas regras claras e é prescrita com muita segurança. Atualmente, dispomos de varias modalidades (Diu, Creme Vaginal, Gel para Pele, Comprimidos, Adesivos e Fitoterápicos) para oferecer os hormônios. Existe uma opção para cada mulher, a terapia é individualizada e segura. Aquelas mulheres que não podem receber Terapia Hormonal Convencional (com casos passados de Câncer de Mama, Doença Grave do Fígado, Colesterol muito alto) contam com boas opções que aliviam os sintomas, como secura vaginal, calorões, insônia e desânimo, e promovem mais qualidade de vida.

  • É necessário parar o anticoncepcional para colocar o DIU Hormonal?

    Não há necessidade de suspender o uso de anticoncepcionais antes da inserção do DIU Hormonal. Quando inserimos o DIU no consultório sem sedação, é menos desconfortável se a mulher estiver menstruando (pois há uma abertura e relaxamento do colo do útero), mas isso não é obrigatório! Nesses casos, poderíamos suspender o anticoncepcional 3 a 5 dias antes da inserção. É interessante manter o uso da pílula até o dia de inserir o DIU, com o objetivo de garantir a segurança do procedimento e evitar uma gestação não planejada.

  • O que significa endometriose profunda?

    A endometriose profunda ocorre quando os focos da doença penetram mais que 5mm nos tecidos, deixando de ser superficial e passando a ser profunda. Essa doença pode atingir todos os órgãos pélvicos: útero, bexiga, ovários, ligamentos uterinos, intestino e apêndice. Mais raramente pode comprometer o diafragma, o ureter e os demais os demais órgãos do abdome. Vale lembra que a intensidade da dor provocada pela doença ou a infertilidade não tem relação com a gravidade da doença.